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Título: Efectividade das técnicas de fisioterapia uroginecológica vs. técnicas cirúrgicas no tratamento de incontinência urinária após prostatectomia radical
Outros títulos: uma revisão sistemática
Autor: Gomes, Guida Maria Marques
Orientador: Viana, Rui Antunes
Palavras-chave: Fisioterapia Uroginecológica
Incontinência urinária
Prostatectomia radical
Cirurgia incontinência urinária
Sling
Esfíncter artificial
Urogynecological Physiotherapy
Urinary incontinence
Radical prostatectomy
Urinary incontinence surgery
Artificial urinary sphincter
Data de Defesa: 2012
Editora: [s.n.]
Resumo: Objectivo: Comparar a efectividade das Técnicas de Fisioterapia Uroginecológica (TFU) com as Técnicas Cirúrgicas (TC) no tratamento de Incontinência Urinária (IU), após Prostatectomia Radical (PR). Metodologia: Pesquisas computorizadas nas bases de dados B-ON, Pubmed/Medline para identificar estudos que demonstrem a efectividade das TFU e das TC no tratamento de IU após PR. Resultados: Foram incluídos 16 estudos, envolvendo 1486 homens, com classificação metodológica média de 5,57 na escala de PEDro. Destes, 5 avaliam a eficácia das TFU, 4 comparam a efectividade das TFU executada por Fisioterapeutas ou por instruções de exercícios por outros profissionais de saúde, 7 avaliam a eficácia das TC. Conclusão: As TFU devem ser consideradas como primeira linha de tratamento, pelo menos no primeiro ano após PR, iniciando o mais cedo possível. Aplicando o Treino dos Músculos do Pavimento Pélvico, associado com Biofeedback (BFB) ou Electroestimulação (EE). A implementação das TC deverá ser uma opção tardia ponderando os riscos. Novas investigações são sugeridas de modo a comparar objectivamente as duas intervenções, bem como para definir um protocolo coeso de tratamento da IU após PR. Objective: Compare the effectiveness of Urogynecological Physiotherapy Techniques (UPT) with Surgical Techniques (ST) in the treatment of Urinary Incontinence (UI) after Radical Prostatectomy (RP). Methodology: Were included 16 studies involving 1486 men, with an average methodological classification of 5,57 on PEDro scale. Of these, 5 evaluate the effectiveness of UPT, 4 compare the effectiveness of UPT performed by Physiotherapists or instructions by other health professionals, 7 evaluate the effectiveness of the ST. Conclusion: The UPT should be considered first-line treatment, at least for the first year after RP, starting as soon as possible. Being applied Pelvic Floor Muscle Training (PFMT), associated with Biofeedback (BFB) or Electrical Stimulation (ES). The implementation of ST should be late, considering the risks. Further investigations should be carried on to compare both interventions, as well to define a cohesive treatment protocol to treat UI after RP.
Descrição: Trabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Licenciada em Fisioterapia.
URI: http://hdl.handle.net/10284/3190
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