Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/3176
Título: Dificuldades dos Alunos de Enfermagem na Avaliação da Dor no Recém-Nascido
Autor: Lopes, Raquel Cristina Ventura
Orientador: Abreu, Maria José
Data de Defesa: 2011
Editora: [s.n.]
Resumo: O presente trabalho insere-se no âmbito do plano curricular do 4º ano da Licenciatura de Enfermagem da Universidade Fernando Pessoa, e o tema abordado é “ Dificuldades dos alunos de Enfermagem do 4º ano da UFP na Avaliação da Dor no Recém-Nascido”. A Dor é um sintoma que pode estar associado, ou não, a patologia e que pode atingir qualquer indivíduo em qualquer etapa da sua vida. Embora durante muitos anos ou mesmo séculos, não tenha sido dada a devida atenção ao problema da dor pelos profissionais de saúde, actualmente esta é vista como essencial, sendo considerada o quinto sinal vital (Sedrez, C. et al, 2006). Segundo Sousa, B. et al. (2006), a dificuldade existente na avaliação da dor no RN é algo que perturba no cuidado ao mesmo. Como pergunta de partida para este trabalho é definida a seguinte: “ Quais as dificuldades dos alunos de Enfermagem do 4º ano na Avaliação da Dor no Recém-Nascido”. O objectivo geral é “saber quais as dificuldades dos alunos de Enfermagem do 4º ano na Avaliação da Dor no Recém-Nascido”. Como instrumento de colheita de dados elaborou-se um questionário que foi aplicado entre os dias 7 e 11 de Fevereiro de 2011. Foi realizado um Estudo exploratório descritivo, transversal e quantitativo. A amostra deste estudo é composta por 51 sujeitos. Os objectivos deste trabalho foram atingidos, sendo que as dificuldades mais referidas entre os sujeitos foram as seguintes: 27% das respostas apela à dificuldade da identificação da dor através do choro, 22% à própria identificação da presença de dor e 13% a localização da dor. Sendo assim, para expressar a dor, o adulto associa imediatamente uma palavra ou algumas expressões verbais. As crianças, da mesma forma, verbalizam e tendem a associar a dor em geral a um objecto agressor. Por outro lado os RN, não verbalizam a dor que sentem (Grunau, R. e Craig K., 1987). Significa então, que os profissionais envolvidos com os cuidados ao RN, devem estar aptos a descodificar a linguagem de dor de forma a diminuir o sofrimento do doente (Johnston C., 1998).
Descrição: Trabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Licenciada em Enfermagem
URI: http://hdl.handle.net/10284/3176
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