Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/2808
Título: Auto-avaliação de escolas
Outros títulos: atitude dos professores
Autor: Outeiro, Maria da Luz Cardoso de Almeida
Orientador: Costa, Elisa Gomes da
Palavras-chave: Organização educativa
Auto-avaliação de escolas
Professores
Atitude
Educational organization
Self-evaluation of schools
Teachers
Attitude
Organisation educative
Auto-évaluation des écoles
Des enseignants
Organización educativa
Autoevaluación de las escuelas
Los maestros
La actitud
Data de Defesa: 2011
Editora: [s.n.]
Resumo: O presente estudo centra-se na problemática da implementação da auto-avaliação na escola pública portuguesa e tem como objectivo conhecer a atitude dos professores do terceiro ciclo e secundário face à implementação da auto-avaliação nas escolas. Neste trabalho, apresentamos algumas considerações sobre a organização e implementação da auto-avaliação na escola Farol, procurando perceber as principais dificuldades sentidas e o modo como é encarada pelos professores, tendo em conta a sua acção como actores, avaliados e avaliadores. O trabalho, de carácter teórico-empírico, encontra-se organizado em quatro partes e a segunda parte em três capítulos. A nossa investigação baseou-se numa amostra de cem docentes, do terceiro ciclo e secundário da escola Farol, uma escola localizada na cidade, embora acolha alunos dos bairros limítrofes e à qual estamos afectados profissionalmente. O problema de estudo formulou-se da seguinte forma: Qual a atitude dos professores do terceiro ciclo e ensino secundário face à implementação da auto-avaliação nas escolas? Os resultados mostram que a formação inicial de 88% dos professores da nossa amostra não contemplou conteúdos relacionados com gestão e administração escolar. Do mesmo modo, os resultados evidenciam que 58% dos professores não possui conhecimentos sobre a temática da auto-avaliação de escolas, e 82% dos professores nunca experienciou trabalhar na equipa de auto-avaliação. Porém, 90% dos docentes consideram de extrema importância os elementos da Direcção e da equipa de auto-avaliação possuírem conhecimentos nesta área. A escala produzida para o domínio das atitudes, constituída por 32 itens, revela uma boa consistência interna, pois o valor de α é de 0,832, pelo que se conclui que este inquérito apresenta uma boa fiabilidade. A validade da escala efectuou-se com recurso a uma análise factorial de componentes principais. Neste âmbito, o número de factores a extrair teve por base o critério da percentagem de variância explicada e no critério Scree, sugerindo a extracção de 10 factores que, no conjunto, explicam 79,867% da variabilidade total dos resultados. Das hipóteses formuladas, constatámos que a idade, o género, o tempo de serviço e as habilitações académicas não influenciam a atitude dos professores face à auto-avaliação de escolas. Contudo, o conhecimento na área da auto-avaliação, pela Direcção, e a liderança, influenciam a atitude dos professores face à auto-avaliação das escolas e, consequentemente, o seu comportamento. The present study is based on the issue of the implementation of self- evaluation on the Portuguese Public School and its aim is to acknowledge the preparatory / secondary school teacher’s attitude / reaction towards this school’s self- evaluation. In this essay, we present a few considerations on organization and implementation of the self-evaluation model of Farol school, trying to understand their major difficulties and the way teachers face it, having in mind their role as actors, appraised and appraisers. This essay, of an empiric-theoretic character is organised in four parts, being the second part divided into three chapters. Our investigation is based on a sample of one hundred teachers from preparatory/secondary school level of Farol school, a school which is located in the city, though it has students from surrounding neighbourhoods, to which we are professionally connected. This study’s problem was presented in this way: What is the preparatory/secondary school teachers’ attitude towards the school’s shelf-evaluation? The results show that 88% of our sample’s teachers have no knowledge of management and school administration on their academic formation. The same way, the results have also shown that 58% of the teachers don’t have any knowledge on the topic school’s self-evaluation, and 82% of them have never experienced working on a self-evaluation team. Nevertheless, 90% of the teachers consider of extreme importance that the School Direction and the Self-Evaluation team have some knowledge on this area. The scale made for the attitudes domain, formed by 32 items, shows a good internal consistence, as the value of α is 0,832, through which we conclude that this inquiry reveals a good reliability. The scale’s validity was made with the help of a factorial analysis of the main components. In this extent, the number of factors to extract was based on the criterion of the explained variance percentage and the Scree criterion, suggesting the extraction of 10 factors that all together explain 79, 867% of the total variability of the results. From the formulated hypothesis, we’ve concluded that age, gender, academic formation and years of service don’t influence the teacher’s attitude towards school’s self-evaluation. However, the School Direction knowledge on self-evaluation and leadership influences teacher’s attitude towards the school self-evaluation and, consequently, their behaviour towards it.L’actuelle étude met l'accent sur la problématique de l’auto-évaluation d’implémentation de l’école publique portugaise e il a comme but connaître l'attitude des enseignants du troisième cycle et du secondaire en ce qui concerne l'auto-évaluation dans les écoles. Dans cet étude, nous présentons quelques considérations à propos l'organisation et l’auto-évaluation dans Implémentation de l’école Farol, en cherchant comprendre les principaux difficultés senties et la façon comme les enseignants la voient, tandis son rôle d'action comme acteurs, évalués et évaluateurs. Le travail, de caractère théorique-empirique, se trouve organisé en quatre parties et la deuxième partie en trois chapitres. Notre recherche s'est fondée sur une échantillon de 100 enseignants, troisième cycle et secondaire Farol, une école située dans la ville, bien qu'accueille des étudiants de districts voisins et à laquelle nous sommes affectés professionnellement. Le problème de l’étude s’est formulé comme suit: quelle est l'attitude des enseignants du troisième cycle et de l'enseignement secondaire vis-à-vis de l'auto-évaluation dans les écoles? Les résultats montrent que la formation initiale de 88% des enseignants de notre échantillon n’a pas envisagé matières liées à l'administration et la gestion de l'école. De même, les résultats montrent que 58 % des enseignants n'ont pas les connaissances sur le thème de l'auto-évaluation, et 82 % des enseignants n’ont jamais travaillé en équipe d'auto-évaluation. Cependant, 90 % des enseignants considèrent très important que les éléments de la direction et l'équipe d'auto-évaluation aient des connaissances dans ce domaine. L'échelle produite pour champ d'attitudes, comprenant des 32 articles, révèle une bonne cohérence interne, car la valeur de α est de 0,832, qui conclut que cette enquête présente une bonne fiabilité. La validité de l'échelle a été faite à l'aide d'une analyse factorielle des composants de base. Dans ce contexte, le nombre de facteurs pour extraire était fondé sur le critère du pourcentage de variance expliquée et sur le critère Scree, ce qui suggère l’extraction de 10 facteurs, qui ensemble expliquent 79.867 % de la variabilité des résultats. Des hypothèses formulées, nous avons constaté que l'âge, le sexe, la durée de service et les qualifications n'influencent pas les attitudes des enseignants vers l'auto-évaluation des écoles. Cependant, les connaissances dans le domaine d’évaluation par la Direction et le commandement influencent les attitudes des enseignants vers l'auto- l'auto-évaluation et, par conséquent, son comportement. El presente estudio se centra en la problemática de la implementación de la autoevaluación en la escuela pública portuguesa y tiene como objetivo conocer la actitud de los profesores del 3er ciclo de enseñanza básica y de secundario ante esa misma implementación. En este trabajo, presentamos algunas consideraciones sobre la organización e implementación de la autoevaluación en la escuela Farol, procurando entender las principales dificultades sentidas y el modo como es encarada por los profesores, teniendo en cuenta su acción como actores, evaluados y evaluadores. El trabajo, de carácter teórico-empírico, está organizado en cuatro partes y la segunda parte en tres capítulos. Nuestra investigación se ha basado en una muestra de cien docentes del tercer ciclo y de secundario de la escuela Farol, una escuela ubicada en la ciudad y que recibe alumnos de barrios limítrofes y a la cual estamos vinculadas profesionalmente. El problema de estudio se ha puesto de la siguiente manera: ¿cuál la actitud de los profesores del tercer ciclo y de enseñanza secundaria ante la implementación de la autoevaluación en las escuelas? Los resultados muestran que la formación inicial del 88% de los profesores de nuestra muestra no incluyó contenidos relacionados con gestión y administración escolar. Del mismo modo, los resultados evidencian que el 58% de los profesores no posee conocimientos sobre la temática de la autoevaluación de las escuelas y el 82% nunca ha experimentado trabajar en un equipo de autoevaluación. Sin embargo, el 90% de los docentes consideran que es de extrema importancia que los elementos de la Dirección y del equipo de autoevaluación posean conocimientos en esta área. La escala producida para el dominio de las actitudes, constituida por 32 ítems, revela una buena consistencia interna, pues el valor de α es de 0,832, por lo que se concluye que esta encuesta presenta una buena fiabilidad. La validad de la escala se realizó a través de un análisis factorial de componentes principales. En este ámbito, el número de factores a extraer tuvo por base el criterio del porcentaje de variancia explicada y en el criterio Scree, sugestionando la extracción de 10 factores que, en su conjunto, explican el 79,867% de la variabilidad total de los resultados. De las hipótesis formuladas, constatamos que la edad, el género, el tiempo de servicio y las habilitaciones académicas no influyen la actitud de los profesores ante la autoevaluación de escuelas. Sin embargo, el conocimiento en el área de la autoevaluación por la Dirección y el liderazgo influyen la actitud de los profesores ante la autoevaluación de las escuelas y, por consiguiente, su comportamiento.
Descrição: Dissertação apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Docência e Gestão da Educação, especialização em Administração Escolar e Educacional.
URI: http://hdl.handle.net/10284/2808
Aparece nas colecções:FCHS (DCEC) - Dissertações de Mestrado

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