Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/2730
Título: Considerações éticas e de biossegurança no tratamento dentário a pacientes seropositivos
Autor: Santos, André Filipe
Orientador: Figueiredo, Manuel de
Data de Defesa: 2011
Editora: [s.n.]
Resumo: O Médico Dentista é uma figura central na prestação de cuidados de saúde ao paciente seropositivo. As lesões orais relacionadas com o VIH são cada vez mais comuns e afectam profundamente a qualidade de vida destes pacientes, servindo ainda como indicadores precisos para o diagnóstico e estadiamento da infecção sistémica. Na medicina dentária ainda imperam muitas ideias erradas sobre a infecciosidade e transmissibilidade do vírus VIH, bem como sobre os riscos que os profissionais de saúde oral enfrentam quando tratam pacientes infectados. Este desconhecimento promove comportamentos discriminatórios e não condizentes com aqueles enunciados pelos códigos de conduta das profissões médicas, nem tão pouco com as cada vez mais numerosas evidencias científicas que demonstram claramente que o risco de transmissibilidade ocupacional do vírus durante os tratamentos dentários é muito reduzido, particularmente quando as medidas de protecção universal são adoptadas. Torna-se por isso necessário determinar a forma mais adequada de actuar perante um paciente seropositivo que procura os serviços de medicina dentária, enfatizando o respeito pelas normas de biossegurança e pelos procedimentos em caso de exposição ocupacional a sangue ou material potencialmente contaminado e sem no entanto negligenciar a vertente deontológica da profissão. The dental practitioner plays a key role on the provision of health care to patients with HIV. The HIV-related oral lesions are increasingly more common and greatly impact these patients’s quality of life, serving as accurate features to diagnose and stage the systemic infection. However, there are a lot of wrong ideas about this virus’s transmissibility and infectivity in dentistry, as well as about the risks the dental practitioners face when dealing with infected patients. This ignorance fosters discriminatory behaviors which are neither consistent with the tenets stated on the medical profession’s codes of ethics nor with the growing body of scientific evidence which claims the risk of occupational infection to be too low, specially when safety measures and protective barriers are strictly employed. It turns out to be necessary to determine the most suitable way to deal with a seropositive patient in dental practice, as far as it is concerned with the compliance with safety standards and with the procedures following an occupational exposure to blood or other tainted material, and without overlooking the deontological strand of the dental profession at the same time.
Descrição: Trabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Medicina Dentária.
URI: http://hdl.handle.net/10284/2730
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