Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/2271
Título: A doença de Alzheimer
Outros títulos: importância dos metais na neuropatologia da doença
Autor: Santos, Filipe Miguel da Cunha Saraiva
Orientador: Leal, Fernanda
Catarino, Rita
Data de Defesa: 2011
Editora: [s.n.]
Resumo: A doença de Alzheimer foi identificada pela primeira vez pelo psiquiatra e neuropatologista alemão Alois Alzheimer, em 1906. É descrita como uma doença que proporciona uma redução do número de neurónios, com diminuição da síntese dos neurotransmissores de uma forma lenta, progressiva e irreversível. É um mal social que actualmente não tem cura, uma das piores doenças em todo o mundo e que afecta em maior número os idosos. A grande dificuldade na resolução definitiva desta questão prende-se, essencialmente, com a complexidade do diagnóstico clínico e com a ambiguidade dos critérios de diagnóstico correntes. O carácter subjectivo de alguns sintomas e a fiabilidade duvidosa dos instrumentos utilizados na sua avaliação constituem dificuldades adicionais no seu diagnóstico rigoroso e conclusivo. O desenvolvimento do conceito de demência e diagnóstico revela ser fulcral para o melhor entendimento da doença de Alzheimer. Neste trabalho é possível inferir como se manifesta a doença de Alzheimer, passando pela caracterização do péptido β-amilóide e da proteína precursora amilóide e de todos os processos envolvidos, assim como a relação que existe com o colesterol e a cafeína. O equilíbrio dos metais iónicos é crucial para muitas funções fisiológicas, em particular no sistema nervoso central. Os iões metálicos como o cobre, o ferro e o zinco são essenciais para o desenvolvimento e manutenção de várias actividades enzimáticas, funções mitocondriais, neurotransmissão, bem como memorização e aprendizagem. As células têm a capacidade de controlar a homeostasia dos iões metálicos. Contudo, havendo uma desregulação na homeostasia dos metais iónicos e uma consequente alteração do balanço iónico, pode resultar num estado grave de doença, proporcionando desordens neurodegenerativas como a doença de Alzheimer. O melhor entendimento de todas as interacções dos iões metálicos com os componentes intra e extracelulares do sistema nervoso central, em condições normais, e durante o processo de neurodegeneração, é essencial para o desenvolvimento de terapias eficazes. The Alzheimer disease was firstly identified in 1906 by the German psychiatrist and neuropathologist Alois Alzheimer. We can consider this disease as leading to a decrease of the number of neurons, by a reduction of the synthesis of the neurotransmitters through a slow, progressive and irreversible way. Being one of the worst illnesses all over the world, it’s obviously a social problem with no cure which attacks majority the oldest people. The big difficulty for the definite resolution of this question is mainly concerned with the complexity of the clinical diagnosis and the ambiguity of the current diagnosis standards. The subjective character of some symptoms and the dubious viability of the methods used in its evaluation can be additional difficulties in its accurate and conclusive diagnosis. The development of the concept of insanity and diagnostic reveals itself as essential for a best understanding of the Alzheimer disease. In this dissertation it’s possible to conclude how the Alzheimer disease can happen through the characterization of the β-amyloid peptide and the amyloid precursor protein, as well as all the involved methods and the relation with the cholesterol and the caffeine. The equilibrium of the ionic metals is crucial for many physiological functions, specially in the central nervous system. The metallic ions like copper, iron and zinc are essential for the continuity and the maintenance of the several enzymatic activities, the mythocondrial functions, the neurotransmission and also the memorization and the apprenticeship. The cells have the hability of controlling the homeostasis of the metallic ions. However, the disruption in the homeostasis of the metallic ions and a consequent change of the ionic balance can lead to a severe state of the disease, causing neurodegenerative disorders such as the Alzheimer disease. The best comprehension of all the interactions between the metallic ions and the intra and extra cells constituents of the central nervous system, in normal conditions and during the process of neurodegeneration, is decisive to the progress of efficient and successful therapies.
Descrição: Trabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas
URI: http://hdl.handle.net/10284/2271
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