Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/1946
Título: Lares de Infância e Juventude
Outros títulos: contributos para um modelo de acolhimento e integração social
Autor: Pacheco, Paulo Jorge Carvalho
Orientador: Sani, Ana Isabel
Palavras-chave: Lares de Infância e Juventude
Institucionalização
Acolhimento e Integração Social
Residential institutions for children and young people
Institutional care
Social integration
Data de Defesa: 2010
Editora: [s.n.]
Resumo: O presente estudo intitulado “Lares de Infância e Juventude: Contributos para um modelo de acolhimento e integração social” tem como principal objectivo conhecer, analisar e compreender as estratégias que os lares de infância e juventude têm no processo de acolhimento e integração social das crianças e jovens que lhes foram confiadas. Para atingir este objectivo foi construído um questionário, enviado aos lares de Portugal continental e analisadas quantitativamente as 41 respostas que corresponderam à amostra desta investigação. Metodologicamente este é um estudo descritivo de natureza quantitativa que permite uma análise das diferentes variáveis presentes no acolhimento em lar de infância e juventude. Desta forma não é um estudo probabilístico, mas sim um retrato da realidade do acolhimento institucional em lar. A actualidade desta problemática, bem como a ausência de estudos de fundo sobre a mesma, num momento de redefinição paradigmática que ocorre no acolhimento institucional, são as principais razões que justificam a relevância deste trabalho. Com a construção de uma proposta de modelo de intervenção no acolhimento e a explicitação do modelo de integração social que se defende, atingimos o nosso principal objectivo e contribuímos de forma activa para a construção de um acolhimento de qualidade e uma plena inserção social e comunitária das crianças que vivem nos lares. Sintetizando, podemos caracterizar os lares de infância e juventude, dizendo que são na sua maioria de natureza religiosa, instituições particulares de solidariedade social, financiados pelo Instituto da Segurança Social e têm nos seus quadros variados profissionais técnicos e educativos. As crianças acolhidas têm essencialmente entre 11 e 18 anos, estão há mais de 4 anos em acolhimento por causas essencialmente atribuíveis às suas famílias e, na sua maioria, regressam às famílias, sendo que, um número não tão considerável, autonomiza-se. Apresentamos ainda uma hipótese de modelo de intervenção no acolhimento e os pressupostos de uma adequada integração social. De tudo isto podemos concluir que este tema ainda carece de muito estudo e reflexão. As mudanças de paradigma de acolhimento institucional e a adopção de um novo paradigma, que se verifica, não tendo sido acompanhado da devida regulamentação, criou um problema de intervenção desconexa, inconsistente e muitas vezes, apesar do esforço que as instituições põem nos casos, sem resultados. The present study is titled “Residential Institutions for children and young people: contributions for a model of residential institutionalization and social integration”; its main goal is to know, analyze and understand the strategies used by residential institutions for minors in their care and integration policies pursued by them. To this end, a questionnaire was developed and sent to residential institutions across continental Portugal and the 41 replies received were quantitatively analyzed, compounding the sample that composes this research work. In terms of the methodology used, this a descriptive study that is quantitative in nature, allowing us to analyze the different variables that come into play. Thus, it is not a statistical study, but rather a sweeping portrait of institutional care. The reasons behind the choice of this subject matter and its relevance include its actuality and the lack of in-depth studies in the field; more so at a time when institutional care faces great challenges and deep changes. Our main goal is to contribute actively towards a quality residential institutionalization and the full integration of children therein in the social and community fabric, by putting forward a proposal for a model of institutionalization and intervention therein, as well as by explicating the model for social integration proposed. In short, we may characterize residential institutions for children and young people by saying they are mostly religious in nature, defined legally as private social solidarity institutions, financed by the Social Security Institute and employing professional technicians and educators from a variety of fields. The average child in residential institutions is between 11 and 18 years of age and has been institutionalized for more than 4 years, for reasons associated with their respective families; the majority returns to their family and a small number pursues an autonomous path. In the scope of this study we will put forward a proposal towards a model of residential institutionalization and the pre-requisites deemed essential to proper social integration. Undoubtedly, this is a subject matter that requires much study and reflection. The changes undergone by residential institutions and the introduction of new parameters in face of new realities are already a reality on the field, but this effort has not been complemented by due regulation; this has created situations whereby intervention if oft heterogenic, inconsistent and, very often and in spite of the institutions’ best efforts, yields no results.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Serviço Social.
URI: http://hdl.handle.net/10284/1946
Aparece nas colecções:FCHS (DCPC) - Dissertações de Mestrado

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
DM_943.pdf1,4 MBAdobe PDFVer/Abrir


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Degois 

Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.