Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/1592
Título: Fibrose Quística e o desenvolvimento infantil
Autor: Correia, Eliana Raquel da Silva
Orientador: Cardoso, Filomena
Data de Defesa: 2009
Editora: [s.n.]
Resumo: Para a conclusão da licenciatura em Enfermagem na Universidade Fernando Pessoa - Faculdade das Ciências da Saúde, é necessário realizar um trabalho de investigação que permita uma última avaliação de todo o percurso pedagógico percorrido. O título do presente estudo é “ A Fibrose Quística e o desenvolvimento infantil”. Como base para este estudo foi colocada uma questão, que permitiu o desenrolar do estudo. A questão base é “ quais as possíveis influências da Fibrose Quística no desenvolvimento infantil, do ponto de vista dos enfermeiros? “. Assim de forma a orientar e a estabelecer metas para este estudo os objectivos estabelecidos são determinar, do ponto de vista dos enfermeiros, em que medida a Fibrose Quística poderá influenciar o desenvolvimento das crianças e determinar, juntos dos enfermeiros, quais as possíveis influências da hospitalização, no desenvolvimento da criança. Para a colheita de dados foram realizadas oito entrevistas, aos enfermeiros do Centro Hospitalar do Porto – Hospital Maria Pia, durante o mês de Julho de 2009. De forma a alcançar o objectivo do presente trabalho foi desenvolvido um estudo descritivo simples e transversal. Com a conclusão deste estudo foi possível concluir que a Fibrose Quística influência o desenvolvimento infantil e juvenil de diversas formas. Quer a componente física, quer a componente psicológica da criança é afectada pela Fibrose Quística. Como foi possível observar ao longo da realização das entrevistas. O sentido de frustração (por não serem como as outras crianças) é algo muito presente e que já como referia Robert V. Kail (2004) a frustração é um sentimento que impede a criança de se desenvolver e evoluir. Neste estudo foi possível verificar que o período médio de internamento das crianças com Fibrose Quística é de cerca de vinte e um dias, contudo algumas crianças devido ao ambiente familiar que as rodeia ou a limitações físicas, estas acabam por ficar mais de vinte e um dias internadas. Com relação ao internamento, este age como um factor condicionante de interacção e integração social de criança. A criança com Fibrose Quística é uma criança que se vê limitada de brincadeiras habituais, devido à cinesioterapia, medicação, dificuldades respiratórias, condição física entre outros factores. Com este estudo foi possível observar que a enfermagem necessita de realizar um grande trabalho de ensino não só à criança como à família, mas principalmente à sociedade. Existe a necessidade da enfermagem dar a conhecer a Fibrose Quística à sociedade para que assim a criança consiga integrar-se de uma melhor forma na sociedade.
Descrição: Monografia apresentada à Universidade Fernando Pessoa para obtenção do grau Licenciada em Enfermagem
URI: http://hdl.handle.net/10284/1592
Aparece nas colecções:ESS (DCETS) - Outros Trabalhos Académicos

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
mono_15692.pdf310,55 kBAdobe PDFVer/Abrir


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Degois 

Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.