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Título: Estudo dos mitos e crenças que os professores possuem acerca do abuso sexual infantil
Autor: Jorge, Ana Natália Seabra
Orientador: Sani, Ana Isabel
Data de Defesa: 2010
Editora: [s.n.]
Resumo: O objectivo geral deste estudo foi avaliar os conhecimentos e atitudes dos professores sobre a temática do abuso sexual infantil. Deste modo, surge a seguinte questão: ―Existem falsas crenças e mitos acerca do abuso sexual infantil nos professores?‖ O método de pesquisa foi do tipo quantitativo e o instrumento administrado foi um questionário. A amostra, não probabilística e por conveniência, integrou 71 professores e educadores de infância do ensino público. Os resultados mostraram, que os professores apresentam falsas crenças e mitos relativamente aos abusos sexuais infantis, à excepção no que se refere aos itens que compõem a subescala ―responsabilidade‖. Verifica-se que factores como a idade, o sexo e a experiência profissional não influenciaram o Índice de Percepção da Realidade, havendo resultados que nos mostram que não há diferenças significativas, quanto ao sexo. A classe etária dos professores com idades inferiores a 31 anos e superiores a 50 anos, possuem menos mitos e falsas crenças. Por último, a categoria de experiência profissional < 5 anos é a única que possui valor médio mais alto, ou seja menos mitos e falsas crenças. Um outro aspecto ainda a salientar é que os professores carecem de habilidades de afrontamento perante uma suspeita de abuso sexual infantil, não reconhecendo os recursos sociais disponíveis na comunidade. Finalizando constatou-se a ausência de qualquer tipo de formação na área do abuso sexual infantil. The main purpose of this study was to evaluete teacher´s knowledge and attitudes about the theme sexual child abuse. So, a question arises: ―Are, among teachers, falses beliefs and myths about sexual child sexual abuse?‖ The type of research method used was quantitative and the administrated instrument was a questionnaire. The sample, non probabilistic and by convenience, inteysted 71 teachers and infant teachers of public education. The results showed that teachers really had false beliefs and myths related with sexual child abuse, opening an exception to the itens that compose the ―Responsibility‖ subscale. It´s possible to verify that factors like age, sex and professional experience didn´t influenciated the Reality Perception Index, but the results showed no significant differences about sex. Teachers with less then 31 years old and more than 50 years old, have less myths and false beliefs comparing with the others. The professional experience category <5 years it´s the only one that has the higher middle value, which means less myths and beliefs. Another important aspect to mention is that teachers have few abilities to face a sexual child abuse suspicion, because they don’t have knowledge about the available social resources in the community. At least, it was possible to know about the absence of any type of formation on the sexual child abuse area.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Psicologia, especialização em Psicologia Clínica e da Saúde.
URI: http://hdl.handle.net/10284/1464
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